quinta-feira, 29 de novembro de 2007

A Cruz e o Ego Arthur W. Pink



...quem perder a vida por minha causa achá-la-á”. “Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” — (Mateus 16:24).

Antes de desenvolver o tema deste verso, comentemos os seus termos. “Se alguém”: o dever imposto é para todos os que desejam se unir aos seguidores de Cristo e alistar sob a Sua bandeira. “Se alguém quer”: o grego é muito enfático, significando não somente o consentimento da vontade, mas o pleno propósito de coração, uma resolução determinada. “Vir após mim”: como um servo sujeito ao seu Mestre, um estudante ao seu Professor, um soldado ao seu Capitão. “Negue”: o grego significa “negar totalmente”. Negar a si mesmo: sua natureza pecaminosa e corrompida. “E tome”: não passivamente sofra ou suporte, mas assuma voluntariamente, adote ativamente. “Sua cruz”: que é desprezada pelo mundo, odiada pela carne, mas que é a marca distintiva de um cristão verdadeiro. “E siga-me”: viva como Cristo viveu — para a glória de Deus. O contexto imediato é mais solene e impressionante. O Senhor Jesus tinha acabado de anunciar aos Seus apóstolos, pela primeira vez, a aproximação de Sua morte de humilhação (v. 21). Pedro se assustou, e disse, “Tem compaixão de Ti, Senhor” (v. 22). Isto expressou a política da mente carnal. O caminho do mundo é a procura para si mesmo e a defesa de si mesmo. “Tenha compaixão de ti” é a soma de sua filosofia. Mas a doutrina de Cristo não é “salva a ti mesmo”, mas sacrifica a ti mesmo.
Cristo discerniu no conselho de Pedro uma tentação de Satanás (v. 23), e imediatamente a rejeitou. Então, voltando-se para Pedro, disse: Não somente “deve” o Cristo subir à Jerusalém e morrer, mas todo aquele que desejar ser um seguidor dEle, deve tomar sua cruz (v. 24). O “deve” é tão imperativo num caso como no outro. Mediatoriamente, a cruz de Cristo permanece sozinha; mas experiencialmente, ela é compartilhada por todos que entram na vida. O que é um “cristão”? Alguém que sustenta membresia em alguma igreja terrena? Não. Alguém que crê num credo ortodoxo? Não. Alguém que adota um certo modo de conduta? Não. O que, então, é um cristão? Ele é alguém que renunciou a si mesmo e recebeu a Cristo Jesus como Senhor (Colossenses 2:6). Ele é alguém que toma o jugo de Cristo sobre si e aprende dEle que é “manso e humilde de coração”. Ele é alguém que foi “chamado à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Coríntios 1:9): comunhão em Sua obediência e sofrimento agora, em Sua recompensa e glória no futuro sem fim. Não há tal coisa como pertencer a Cristo e viver para agradar a si mesmo.
Não cometa engano neste ponto, “E qualquer que não tomar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:27), disse Cristo. E novamente Ele declarou, “Mas aquele (ao invés de negar a si mesmo) que me negar diante dos homens (não “para” os homens: é conduta, o caminhar, que está aqui em vista), também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10:33). A vida cristã começa com um ato de auto-renúncia, e é continuada pela auto-mortificação (Romanos 8:13). A primeira pergunta de Saulo de Tarso, quando Cristo o apreendeu, foi, “Senhor, que queres que eu faça?”. A vida cristã é comparada com uma “corrida”, e o corredor é chamado para “deixar todo embaraço e o pecado que tão de perto nos assedia” (Hebreus 12:1), cujo “pecado” é o amor por si mesmo, o desejo e a determinação de ter o nosso “próprio caminho” (Isaías 53:6). O grande alvo, fim e tarefa posta diante do Cristão é seguir a Cristo — seguir o exemplo que Ele nos deixou (1 Pedro 2:21), e Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3). E há dificuldades no caminho, obstáculos na estrada, dos quais o principal é o ego. Portanto, este deve ser “negado”. Este é o primeiro passo para se “seguir” a Cristo. O que significa para um homem “negar a si mesmo” totalmente? Primeiro, isto significa a completa repudiação de sua própria bondade. Significa cessar de descansar sobre quaisquer obras nossas, para nos recomendar a Deus. Significa uma aceitação sem reservas do veredicto de Deus que “todas as nossas justiças [nossas melhores performances], são como trapo da imundícia” (Isaías 64:6). Foi neste ponto que Israel falhou: “Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Romanos 10:3). Agora, contraste com a declaração de Paulo: “E seja achado nEle, não tendo justiça própria” (Filipenses 3:9). Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria sabedoria. Ninguém pode entrar no reino dos céus, a menos que tenha se tornado “como criança” (Mateus 18:3). “Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!” (Isaías 5:21). “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22). Quando o Espírito Santo aplica o Evangelho em poder numa alma, é para “destruir os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5).
Um modo sábio para o todo cristão adotar é “não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5).Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria força. É “não confiar na carne” (Filipenses 3:3). É o coração se curvando à declaração positiva de Cristo: “Sem mim, nada podeis fazer” (João 15:5). Este é o ponto no qual Pedro falhou: (Mateus 26:33). “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Provérbios 16:18). Quão necessário é, então, que prestemos atenção a 1 Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia”! O segredo da força espiritual reside em reconhecer nossa fraqueza pessoal: (veja Isaías 40:29; 2 Crônicas 12:9). Então, “fortifiquemo-nos na graça que há em Cristo Jesus” (2 Timóteo 2:1). Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria vontade. A linguagem do não-salvo é, “Não queremos que este Homem reine sobre nós” (Lucas 19:14). A atitude do cristão é, “Para mim, o viver é Cristo” (Filipenses 1:21) — honrá-Lo, agradá-Lo, servi-Lo. Renunciar sua própria vontade significa atender à exortação de Filipenses 2:5, “Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, o qual é definido nos versos que imediatamente seguem como de abnegação.
É o reconhecimento prático de que “não sois de vós mesmos, porque fostes comprados por bom preço” (1 Coríntios 6:19,20). É dizer com Cristo, “Não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14:36). Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente suas luxúrias ou desejos carnais. “O ego do homem é um feixe de ídolos” (Thomas Manton, Puritano), e estes ídolos devem ser repudiados. Os não-cristãos são “amantes de si mesmos” (2 Timóteo 3:1); mas aquele que foi regenerado pelo Espírito diz com Jó, “Eis que sou vil” (40:4), “Eu me abomino” (42:6). Dos não-cristãos está escrito, “todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus” (Filipenses 2:21); mas dos santos de Deus está registrado,“eles não amaram a sua vida até à morte” (Apocalipse 12:11). A graça de Deus está “ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente” (Tito 2:12). Esta negação do ego que Cristo requer de todos os Seus seguidores deve ser universal. Não há nenhuma reserva, nenhuma exceção feita: “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Romanos 13:14). Deve ser constante, não ocasional: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:23). Deve ser espontânea, não forçada, realizada com satisfação, não relutantemente: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23). Ó, quão impiamente o padrão que Deus colocou diante de nós tem sido rebaixado! Como isso condena a vida acomodada, agradável à carne e mundana de tantos que professam (mas, de maneira vã) que eles são “cristãos”! “E tome a sua cruz”. Isto se refere não à cruz como um objeto de fé, mas como uma experiência na alma. Os benefícios legais do Calvário são recebidos através do crer, quando a culpa do pecado é cancelada, mas as virtudes experimentais da Cruz de Cristo são somente desfrutadas à medida que somos, de um modo prático, “conformados com a Sua morte” (Filipeneses 3:10). É somente à medida que realmente aplicamos a cruz às nossas vidas diárias, regulamos nossa conduta pelos seus princípios, que ela se torna eficaz sobre o poder do pecado que habita em nós. Não pode haver ressurreição onde não há morte, e não pode haver andar prático “em novidade de vida” até que “carreguemos no corpo o morrer do Senhor Jesus” (2 Coríntios 4:10). A “cruz” é o sinal, a evidência, do discipulado cristão. É sua “cruz”, e não o seu credo, que distingue um verdadeiro seguidor de Cristo do mundano religioso. Agora, no Novo Testamento a “cruz” tem o significado de realidades definidas. Primeiro, ela expressa o ódio do mundo. O Filho de Deus veio aqui não para julgar, mas par salvar; não para punir, mas para redimir. Ele veio aqui “cheio de graça e verdade”. Ele sempre esteve à disposição dos outros: ministrando aos necessitados, alimentando os famintos, curando os enfermos, libertando os possessos pelo demônio, ressuscitando os mortos. Ele era cheio de compaixão: gentil como um cordeiro; inteiramente sem pecado. Ele trouxe com Ele felizes notícias de grande alegria. Ele procurou os perdidos, pregou aos pobres, todavia, não desdenhou dos ricos; Ele perdoou pecadores. E, como Ele foi recebido? Que tipo de recepção os homens Lhe deram? Eles O “desprezaram e rejeitaram” (Isaías 53:3). Ele declarou, “Eles Me odeiam sem uma causa” (João 15:25). Eles tiveram sede de Seu sangue. Nenhuma morte ordinária os apaziguaria. Eles demandaram que Ele deveria ser crucificado. A Cruz, então, foi a manifestação do ódio inveterado do mundo pelo Cristo de Deus. O mundo não mudou, não mais do que o etíope pode mudar sua pele ou o leopardo suas manchas. O mundo e Cristo ainda estão em aberto antagonismo. Por conseguinte, está escrito: “Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tiago 4:4). É impossível andar com Cristo e comungar com Ele, até que tenhamos nos separado do mundo. Andar com Cristo necessariamente envolve compartilhar Sua humilhação: “Saiamos, pois, a Ele, fora do arraial, levando o seu vitupério” (Hebreus 13:13). Isto foi o que Moisés fez (veja Hebreus 11:24-26). Quanto mais próximo eu andar de Cristo, mais eu serei mal-entendido (1 João 3:2), ridicularizado (Jó 12:4) e detestado pelo mundo (João 15:19). Não cometa engano aqui: é extremamente impossível continuar com o mundo e ter comunhão com o Santo Cristo. Portanto, “tomar” minha “cruz” significa, que eu deliberadamente convido a inimizade do mundo através da minha recusa em ser “conformado” a ele (Romanos 12:2). Mas, o que importa o olhar carrancudo do mundo, se estou desfrutando os sorrisos do Salvador? Tomar minha “cruz” significa uma vida voluntariamente rendida a Deus. Como o ato dos homens ímpios, a morte de Cristo foi um assassinato; mas como o ato do próprio Cristo, foi um sacrifício voluntário, oferecendo a Si mesmo a Deus. Foi também um ato de obediência a Deus. Em João 10:18 Ele disse, “Ninguém a [Sua vida] tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou”. E por que Ele o fez? Suas próximas palavras nos dizem: “Este mandato recebi de meu Pai”. A cruz foi a suprema demonstração da obediência de Cristo. Nesta Ele foi o nosso Exemplo. Uma vez mais citamos Filipenses 2:5: “Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”. E nos versos seguintes nós vemos o Amado do Pai tomando a forma de um Servo, e tornando-Se “obediente até a morte, e morte de cruz”. Agora, a obediência de Cristo deve ser a obediência do cristão — voluntária, alegre, sem reservas, contínua. Se esta obediência envolve vergonha e sofrimento, acusação e perda, não devemos nos acovardar, mas por o nosso rosto “como um seixo” (Isaías 50:7). A cruz é mais do que o objeto da fé do cristão, ela é o sinal de discipulado, o princípio pelo qual sua vida deve ser regulada. A “cruz” significa rendição e dedicação a Deus: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1). A “cruz” significa serviço vicário e sofrimento. Cristo deu a Sua vida pelos outros, e Seus seguidores são chamados a estarem dispostos para fazerem o mesmo: “Devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16). Esta é a lógica inevitável do Calvário. Somos chamados para seguir o exemplo de Cristo, para a companhia de Seus sofrimentos, e para ser participantes em Seu serviço. Assim como Cristo “a si mesmo se esvaziou” (Filipenses 2:7), assim devemos fazer. Assim como Ele “veio para servir, e não para ser servido” (Mateus 20:28), assim devemos ser. Assim como Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3), assim devemos fazer. Assim como Ele lembrou dos outros, assim devemos lembrar: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados” (Hebreus 13:3).“Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á” (Mateus 16:25). Palavras quase idênticas a estas são encontradas novamente em Mateus 10:39. Marcos 8:35, Lucas 9:24; 17:33, João 12:25. Certamente, tal repetição mostra a profunda importância de notar e prestar atenção a este dito de Cristo. Ele morreu para que nós pudéssemos viver (João 12:24), e assim devemos fazer (João 12:25). Como Paulo, devemos ser capazes de dizer “Em nada tenho a minha vida por preciosa” (Atos 20:24).
A “vida” que é vivida para a gratificação do ego neste mundo, está “perdida” para eternidade; a vida que é sacrificada para os interesses próprios e rendida a Cristo, será “achada” novamente, e preservada durante toda a eternidade.
Um jovem universitário graduado, com prospectos brilhantes, respondeu ao chamado de Cristo para uma vida de serviço a Ele na Índia, entre a casta mais baixa dos nativos. Seus amigos exclamaram: “Que tragédia! Uma vida lançada fora!” Sim, “perdida”, até onde diz respeito a este mundo, mas “achada” novamente no mundo porvir!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Bengali

País de Origem: Bangladesh e Índia.
Religião: Islamismo e Hinduísmo.



“O islamismo é a religião da maioria dos bengali. Hoje 85 por cento dos bengali são muçulmanos mas os hindus formam uma minoria de bom tamanho de cerca de 12 por cento. O restante é budista ou cristã em sua maioria. Como os muçulmanos em muitas partes do mundo muitos bengali hoje acreditam que os túmulos de antigos homens santos possuam grande poder espiritual e sua crença pré-islâmica nos jinn ou espíritos ainda controla grande parte de seu cotidiano.”

Alvos:

1. Ore para que Deus quebre as trevas espirituais que amortalham os milhões de bengali habitantes de Bangladesh e da Índia. Peça que os liberte do medo dos espíritos e lhes dê nova vida em Cristo.

2. Ore para que o discipulado de hindus e muçulmanos bengali que se converteram ao cristianismo seja feito de modo que eles se tornem inabaláveis na fé e bem equipados para levar o Evangelho a todo setor da sociedade bengali.

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Afar

País de Origem: Somália e Etiópia.
Religião: Islamismo e Animismo
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“Um homem afar virtuoso é duro guerreiro e rápido para se vingar. As mulheres afar marcantemente belas nem pensam em namorar alguém que não tenha matado outro homem. Esperam encontrar um marido que use a pulseira de ferro indicando que tenha matado dez. O desemprego ,analfabetismo e a violência se alastram entre esta tribo muçulmana de origem etíope. Os afar colocam suas casas portáveis sobre os camelos naquilo que foi chamado de “deserto mais inóspito do mundo”. Eles colhem sal para trocar com povos da costa de Djibuti e Eritréia. Os afar que moram em Djibuti têm maior chance de ouvir o Evangelho. Alcançar o povo afar e outros povos do “Chifre da África” exige muitas apresentações orais do Evangelho.”

Alvos:


1. Ore para que os cristãos de outros povos vizinhos se abram para pregar o evangelho ao povo afar.

2. Ore para que os afar que vivem em Djibuti realmente ouçam o evangelho e se rendam ao Amor salvador de Jesus Cristo.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Tujia

País de Origem: China .
Religião: Taoísmo, Animismo e Ateísmo.



“Plantações de arroz demarcam as encostas das montanhas; nos verdes vales abaixo trigo, milho, batatas e chá traçam coloridos moldes geométricos. Quase seis milhões de tujia habitam as florestas semi-tropicais das províncias Hunan e Hubei da China. Algumas áreas isoladas ainda falam a língua tujia mas a maioria está aprendendo as línguas das culturas dominantes.Os tujia empregam a canção e dança para contar sagas épicas e mitos de criação expressando amor e luto com o movimento das mãos. Seus bordados tecidos e trabalhos em “quilting” são objetos de arte. Noventa por cento dos 1000 estudantes na Universidade Ocidental Hubei são tujia. Seria esta uma porta de oportunidade para professores cristãos?”

Alvos:


1- Ore pelo evangelismo desse povo, Tujia, por estratégias e sabedoria para os missionários, tanto nas Universidades como na comunidade.

2- Ore sobre a influencia que a religião e cultura tem sobre essa comunidade, para que seja quebrado todo encantamento que impede o povo de seguir a palavra da verdade.

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Burmese

País de Origem: Mianmar.
Religião: Budismo.



“Há quase 30 milhões de pessoas etnicamente burmeses no mundo, muitas das quais vivendo em Mianmar, país sofrido por guerras conhecido antigamente como Burma. Dezenas de milhares de crentes vivem em Mianmar mas a maioria é etnicamente chinesa ou se encontra entre os povos minoritários Carem ou Cachim que recentemente experimentaram um maravilhoso despertamento para o Evangelho. A dramatização é básica para a cultura popular de rua dos burmese. Em suas apresentações contam as lendas budistas, incluem comédia, dança, canto ,conjunto ou fantoches gigantes mas sempre com música burmesa com tambores, harpas, gongo e flautas de bambu. Os burmese comem arroz com uma pimenta bem forte ou então ngapi uma pasta de camarão seco e fermentado.”

Alvos:

1. Ore para que a cultura de música e dança do povo burmese se já usada pelos cristãos para levar o evangelho da paz. Ore por sabedoria na vida de cada cristão que se dispõe a levar a salvação a este povo.

2. Ore para que a Bíblia seja distribuída ao povo burmanese para que a Luz de Jesus inunde cada coração com o conhecimento da verdade.

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Árabe do Levante


País de Origem: Síria, Iraque, Jordânia e Líbano.
Religião : Islamismo.


"A parte da Síria e do Líbano chamada de “Levante”é um dos poucos lugares no mundo onde muçulmanos e cristãos vivem e trabalham lado a lado falando a mesma língua e até recentemente vivendo em paz. A Síria e o Líbano são países árabes e sua língua oficial é o árabe. Ambos os países têm grande e respeitável população cristã. Apesar disso uma longa tradição torna difícil para muitos cristãos verem seus vizinhos muçulmanos como pessoas a quem podem ministrar e apresentar a Cristo. Os cristãos evangelizam e ministram livremente dentro de suas próprias comunidades mas o governo impede ativamente quaisquer tentativas de ministrar aos muçulmanos."

Alvos:


1. Ore para que a rigidez do governo impedindo o evangelismo aos muçulmanos seja quebrada pelo poder de Deus. Ore para que essa liberdade entre cristãos e muçulmanos seja uma estratégia de evangelismo e que toda barreira seja destruída em Nome de Jesus.


2. Ore para que a Bíblia seja compartilhada com sabedoria pelos cristãos, levando a Verdade Libertadora a cada coração.

ORE PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS


Aimaque

País de Origem: Afeganistão e Irã.
Religião: Islamismo e Suni.



“O povo Aimaque conhecido também como Jamxidi ou Teimur são pastores semi-nômades de uma variedade de tribos e clãs menores que totalizam mais de um milhão de pessoas. Eles cuidam de ovelhas ,cabritos e cavalos. Tecem também tapetes belíssimos feitos à mão. Vivem em iurtes tendas feitas de pelos de animais. Geralmente levam seus rebanhos para as montanhas no verão e trazem de volta ao vale no outono. Não existem crentes ou igrejas como também nenhum trabalho cristão conhecido entre eles.”

Alvos:

1. Ore para que o Senhor envie trabalhadores para esta ceara. Ore por salvação, libertação e cura do povo aimaque, para que a realidade assustadora de que não existem crentes ou igrejas, nunca mais seja registrada.

2. Ore para que a igreja se levante em compromisso com o Senhor.